domingo, 20 de abril de 2014

VIVÊNCIAS EVOLUTIVAS DE ALLAN KARDEC – Síntese.



Neste artigo apresentamos sinteticamente algumas reencarnações de Allan Kardec, e a sua contribuição filosófica, cientifica e religiosa para a humanidade.

1. SACERDOTE AMENOPHIS - No período de Ramsés II, no antigo Egito. Ilustre sábio da casa do Faraó Seti I, em aproximadamente, 3386 anos, passados, na época da 19ª. Dinastia. Neste mesmo período viveu Moisés. Citado no Livro Faraó Mernephtah de J. W. Rochester.

2. SACERDOTE DRUÍDA - Allan Kardec, revelação dada pelo Espírito Zéfiro em 1856. Espírito protetor, dizendo a Denizard Rivail: Conhecemo-nos quando ambos vivemos nas Gálias entre os Druídas. Chamava-se Allan Kardec. Neste período de 58 a.C., imperador Julius César invadiu as Gálias.

3. CENTURIÃO ROMANO - Quirílius Cornélius que viveu na Palestina como Centurião Romano, na época do Imperador Tibérius César, sendo Pôncio Pilatos o Procurador da Judéia. Esteve diversas vezes com Jesus. Instalou-se em Jerusalém. Entre vários fatos marcantes em sua vida, foi a cura de um servo por Jesus (Mateus, 8: 5-13). Quando Jesus foi preso quis deixá-lo fugir e ofereceu-se a ele para morrer em seu lugar. - Citado no Livro Herculanum de J. W. Rochester.

4. JAN HUSS - Sacerdote, mártir e reformador Tcheco. Nasceu em Husinec em 1369 e morreu em 1415, com 46 anos de idade. Foi o período da pré - reforma da Igreja católica. John Wyclif, muito influenciou Jerônimo de Praga e este a Jan Huss. No final da vida Huss e Jerônimo, atacaram, publicamente, os dogmas romanos. Huss era detentor de um caráter sábio. A Igreja levou-o ao Concílio de Constança para que ele se retratasse, mas, este, manteve a sua doutrina que o Cristo era o chefe da Igreja e não Pedro. Aos 6 dias de Julho de 1415, foi condenado, amarrado em um poste, executado e queimado vivo.

5. HIPPOLYTE LÉON DENIZARD RIVAIL - FRANÇA - 1804 a 1869 - SÉCULO XIX - Codificador do Espiritismo. Por uma longa evolução reencarnatória, Kardec foi colhendo o Conhecimento, o Amor e a Coragem que demonstrou na sua última vivência com A Missão.

RESUMO DA BRILHANTE TRAJETÓRIA DESSE ESPÍRITO

AMENOPHIS (Sacerdote) - A Iniciação
ALLAN KARDEC (Druída) - A Sabedoria
QUIRÍLIUS CORNÉLIUS (Centurião) - O Amor
JAN HUSS (Mártir) - O Testemunho
ALLAN KARDEC (Codificador) - A Missão.

João Batista Cabral -Presidente da ADE – SERGIPE.

Templários: a irmandade de Cristo



Eles foram os monges prediletos de santos e papas. Mas acabaram acusados de bruxaria e sodomia. Conheça os Cavaleiros do Templo, a sociedade secreta mais badalada e poderosa da Idade Média

 Texto Álvaro Oppermann
No dia 18 de março de 1314, Paris amanheceu nervosa. Jacques de Molay, grão-mestre da Ordem dos Templários, iria para a fogueira. O condenado à morte pediu duas coisas: que atassem suas mãos juntas ao peito, em posição de oração, e que estivesse voltado para a Catedral de Notre Dame. No caminho, parou e fitou os dois homens que o haviam condenado: o rei Filipe, o Belo, e o papa Clemente 5º. Rogou-lhes uma praga: “Antes que decorra um ano, eu os convoco a comparecer perante o tribunal de Deus. Malditos!” Depois disso, calou-se e foi queimado vivo.
As chamas que consumiram De Molay também terminaram com uma época, da qual o grão-mestre foi o derradeiro símbolo: a das grandes sociedades secretas da Idade Média. Nenhuma foi tão poderosa quanto a Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão – nome completo dos templários. “Enquanto o clero e a nobreza se engalfinhavam na luta pelo poder, os templários, sem dever obediência senão ao papa, desfrutavam de uma independência sem par”, diz o historiador britânico Malcolm Barber, autor de A History of the Order of the Temple (“Uma História da Ordem do Templo”, inédito no Brasil).
TROPA DE ELITE
A ordem foi fundada em Jerusalém, no ano de 1119. Seu propósito era dar proteção aos peregrinos cristãos na Terra Santa. A cidade tinha sido conquistada pelos cruzados em 1099, mas chegar até lá continuava sendo um problemão. Ela era praticamente uma ilha, cercada de muçulmanos por todos os lados. A solução, proposta pelo cavaleiro francês Hugo de Payns, agradou ao rei de Jerusalém, Balduíno 2º: criar uma força militar subordinada à Igreja. A idéia era inédita. Até então, existiam monges de um lado e cavaleiros de outro.
“Payns inventou uma nova figura, a do monge-cavaleiro”, diz Marion Melville, autora de La Vida Secreta de los Templarios (sem tradução para português). O exército seria formado por frades bons de espada, que fariam, além dos votos de pobreza, castidade e obediência, um quarto juramento: o de defender os lugares sagrados da cristandade e, se necessário, liquidar os infiéis. Balduíno alojou-os no local onde outrora fora construído o mítico Templo de Salomão. Daí o nome do grupo: templários.
Em 1129, a ordem recebeu aprovação do papa no Concílio de Troyes. Em 1139, veio a consagração definitiva: uma nova bula papal isentava os templários da obediência às leis locais. Eles ficariam submetidos, dali em diante, somente ao sumo pontífice. Os Cavaleiros do Templo admitiam excomungados em suas igrejas (o que era uma senhora blasfêmia para a mentalidade religiosa da época). Certa vez, um grupo de templários interrompeu, entre risos e com uma revoada de flechas, uma missa na Basílica de Jerusalém. O padre era de outra ordem, a dos Hospitalários, e entre as duas havia uma rixa histórica. “Apesar da bravura reconhecida, os templários muitas vezes foram censurados por seu orgulho e arrogância”, afirma o historiador francês Alain Demurger no livro Os Templários: Uma Cavalaria Cristã na Idade Média.
Os Cavaleiros do Templo, também, eram proibidos de se confessar a outros que não fossem os capelães templários. Igualmente, o livro da Regra – que tinha sido escrita por ninguém menos que são Bernardo de Claraval – era restrito ao alto escalão da ordem (leia mais na pág. 27). Os outros tinham de sabê-la de cor. Era uma forma de preservá-la, caso caísse em mãos erradas. Porém, entre cochichos, se especulava que a Regra continha artigos secretos cifrados, cuja interpretação dava posse de conhecimentos esotéricos, como a fonte da juventude ou a transmutação de metais. Com o crescimento da ordem, os templários não pararam mais de receber doações, e em pouco tempo estavam administrando uma gigantesca fortuna espalhada por toda a Europa, composta de peças de ouro, prata, castelos, fortalezas, moinhos, videiras, pastos e terras aráveis. O grupo emitia cartas de crédito: o peregrino à Terra Santa depositava uma determinada soma na Europa, que podia ser resgatada quando chegasse a Jerusalém. “O Templo de Londres foi chamado de precursor medieval do Banco da Inglaterra”, escreve o historiador britânico Edward Burman no livro Templários: Os Cavaleiros de Deus. Isso fez crescer o olho de muitos novos adeptos.
O teólogo inglês João de Salisbury, em 1179, se perguntava se os cavaleiros não tinham cedido às ambições terrenas. Essa suspeita se tornou certeza em diversos casos. Em 1291, a viúva de um nobre templário foi expulsa de sua propriedade na Escócia pelo chefe da ordem no país, Brian de Jay. Segundo o contrato firmado pelo marido, a posse das terras voltaria à família depois de seu falecimento. Maliciosamente, Brian recusou-se a devolvê-las. E o pior: ordenou que seus homens arrombassem a casa da viúva. Como ela se agarrou à porta, em completo desespero, teve os dedos decepados pela espada de um cavaleiro.
Enquanto os templários seguraram as pontas na Palestina, todos fizeram vista grossa aos seus desmandos. Porém, quando o jogo na Terra Santa virou, e os muçulmanos gradualmente reconquistaram a região – processo que culminou com a expulsão dos cristãos do solo sagrado em 1303 –, a animosidade contra a ordem explodiu. “A expulsão foi particularmente séria para os templários, cujo prestígio e função se identificavam com a defesa dos lugares da vida, morte e ressurreição de Cristo”, diz Malcolm Barber. Na Alemanha, “beber como um templário” virou sinônimo de bebedeiras, e “Tempelhaus” (a Casa do Templo), lugar de farra e até prostituição.
OSSOS EXPOSTOS
A ressaca pela perda da Terra Santa, porém, não foi o fundo do poço para os templários. A aliança com o papa, que se mostrava tão útil desde o século 12, revelou-se uma faca de dois gumes. Em 1305, o novo sumo pontífice, Clemente 5º, se tornou aliado do rei da França, Filipe, o Belo. E os dois conspiraram para a destruição da Ordem do Templo. “O rei precisava de dinheiro para financiar seu aparato bélico”, diz Edward Burman. Em 1306, Filipe desvalorizou a moeda francesa. Os parisienses ficaram furiosos e saquearam a cidade. A coisa foi tão feia que Filipe, ironicamente, teve de se ocultar numa fortaleza dos templários nos arredores de Paris. Lá, bem sob seus olhos, jazia a resposta para as suas orações: sacos e sacos de moedas de ouro.
No dia 13 de outubro de 1307, uma operação sigilosa da guarda de Filipe deteve e encarcerou boa parte dos templários da França. As acusações eram pesadas e seguiam os moldes dos processos inquisitoriais daquela época: rejeição da cruz e de Jesus Cristo, beijos obscenos, sodomia e idolatria do Diabo (leia mais nas págs. 26 e 27). A tortura foi legitimada pelo rei. Os interrogatórios eram brutais: o cavaleiro Bernardo Vado, por exemplo, teve os pés tão queimados que seus ossos acabaram expostos.
Em março de 1312, no Concílio de Vienne, o papa extinguiu a ordem. A pá de cal foi a execução de Jacques de Molay, o último grão-mestre dos templários. Os monges-guerreiros que sobreviveram se mantiveram fiéis à Igreja, vivendo no anonimato. Um detalhe curioso e mórbido: a praga rogada por Jacques pegou. Clemente morreu 42 dias depois de De Molay, e Filipe bateu as botas em 29 de novembro daquele mesmo ano. Terminava assim a história dos cavaleiros de Cristo. Terminava? Bem... ainda não.
Depois da blitz aos templários engendrada por Filipe, o Belo, alguns frades teriam reconstruído secretamente a ordem. E dezenas de sociedades secretas posteriores seriam filhotes do movimento. Será que isso é verdade? Quando fizeram essa pergunta ao historiador Malcolm Barber, ele apenas sorriu e respondeu com ironia: “Como escreveu Umberto Eco em O Pêndulo de Foucault, ‘os templários sempre estão por trás de tudo’ ”.

terça-feira, 8 de abril de 2014

I-EM-HOTEP apresenta o Mestre RA-MU-HA

Hoje vos trago um Ancião rico em sabedoria, amor e compaixão, que Se aproximou muito para vos instruir e ativar as memórias.
Queria que tentásseis imaginar um homem de estatura acima do comum, bem proporcionado, de pele morena, olhos grandes, escuros e tristes. Seus traços são do tipo grego, puros e finos, lábios bem delineados, queixo firme e cabelos castanho escuro. Hoje para vós  Ele Se apresenta numa vestimenta de rara tonalidade verde pálido, trazendo na cabeça uma tira de pedras, tipo esmeralda. No centro dela há um sol com oito pontas.
Seu nome é RA-MU-HA. Um nome de três sílabas que significa: Senhor e Rei do País Materno. Separador das Águas, Dissipador das Brumas do Fogo.
Ele vem para vos falar um pouco sobre vossa origem e sobre a antiga religião. O período vos procura trazer, data de oitenta a cem mil anos atrás. Diz RA-MU-HA que tempo virá em que a verdade de Suas afirmações será provada pelas viagens e investigações. Diz ainda que o país ou continente de MU, tinha mais ou menos a forma de um elefante e era o berço da humanidade. Dali, espalhando-se em todas as direções, saíam os homens para colonizar o mundo inteiro. Onde que se ache o símbolo do Sol, indica que o povo é um ramo descendente dos filhos de Mu. Para estes, o sol era símbolo de Deus Pai. Veneravam um Deus único sabendo porém, que Ele Se manifestava de muitos modos e através de diversos veículos.

RA-MU-HA é um Anjo do Sol, encarnado na matéria, para ser o guia e instrutor do homem que evolui. Ele me diz que no começo, o homem não possuía consciência de si, movendo-se dentro de um envelope ovóide. Isto era necessário devido as brumas e ao sempre ativo fogo interno da Terra. Quando esta resfriou-se, o homem pertencente ainda a alma grupo, não precisou mais de cobertura ovóide. Seus ossos gradualmente se solidificaram e seu corpo tornou-se, mais ou menos como está hoje.
RA-MU-HA conta, que Sua tarefa era a de permanecer na aura terrestre e que, através dos discípulos, instruía os que estavam com Ele desde o início  e que se reuniam em grupos ou escolas, procurando o saber.
Seu trabalho hoje é o de purificar a sabedoria, e fazer com que ela se liberte das apresentações e concepções humanas. Assim procura este Grande Ser restabelecer a antiga reverência ao Deus Solar. Diz que era e sempre será o Incognoscível  e Inominável, que o homem existiu antes da Terra e continuará existindo depois dela, pois é eterno e, no seu aspecto mais elevado, a parte de Deus Incognoscível e Inominável. Diz ainda que o homem peregrina muitas e muitas vezes na Terra e em outros mundos, procurando identificar, representar e nomear Aquilo do qual ele mesmo é uma parte. Continua explicando que, enquanto o homem não parar com sua eterna pesquisa, de cá para lá a achar Deus dentro de si mesmo, o mundo não poderá fazer muito progresso. A intuição do homem lhe diz que, em alguma parte, havia conhecido o amor e a sabedoria todo-penetrantes  de Seu Criador; entretanto, com toda a sua constante procura, ele se esquece de olhar para dentro de si.

RA-MU-HA me diz que o continente submergido de Mu era o Jardim do Eden, mencionado na Bíblia. Ali existia a perdida Cidade de Ouro, o Lar dos Deuses. Assim como este continente submergiu, dia se aproxima em que aparecerá de novo. Relata que em Mu havia doze raças superiores e doze inferiores. Das primeiras vieram aqueles que, quando o mundo era novo , se tornaram Reis Iniciados. As raças inferiores eram compostas dos retardatários que, durante o período Lunar, contentes em deixar correr os séculos, não se incomodavam de procurar a sabedoria, tornando-se assim servidores e ajudantes dos mais esclarecidos. Desde aquele tempo, uma parte deles achou o caminho para um plano mais alto de evolução.

Assim como outrora havia os que ficavam estacionados, satisfeitos com o que a vida lhes podia dar, do mesmo modo existem hoje os retardatários, os indiferentes aos assuntos espirituais. Existem também os que preferem seguir um caminho bem batido, que preferem encontrar os conhecimentos já impressos e que só gostam das coisas fáceis para assimilar, em vez de se esforçarem por descobrir, dentro de si mesmo, a voz da Grande Sabedoria, pertencente à própria parte a criativa deles.
 
RA-MU-HA acha que, hoje em dia, o homem não progredirá muito, devido ao tipo de instrução que lhe é imposta e ao tipo de palavra divulgada por toda a parte do mundo, pelo rádio e pela imprensa. Observa com muita preocupação os sinais de desagregação interna da humanidade, o culto do intelecto em lugar da sabedoria, o culto de "Mammon" em lugar de Deus. Diz que o mundo não poderá se tornar novamente tal como era naquele tempo longíncuo -- um lugar onde os Deuses e os homens conversavam entre si -- enquanto o homem não aprender a ser seu próprio mestre, e não desenvolver suas potencialidades divinas.

Conta que o mundo foi colonizado pelos habitantes mais evoluídos de Mu e que cada rei Iniciado foi autorizado a usar o símbolo do sol com quatro pontas. Isto nos explica muitas das antigas pinturas e esculturas, onde vemos um meio sol com quatro pontas.
Ele esclarece que certas partes da Índia são povoadas pelos descendentes de Mu e que, devido  a isso, a Índia se tornou a guardiã da sabedoria antiga, a qual sempre é transmitida oralmente, em sigilo.

Diz que, se regularmente e com perseverança procurais a sabedoria antiga, tendo pureza de motivos e uma finalidade desinteressada, seus portões abrir-se-ão sempre mais largo diante de vós.Lembrai-vos porém que a sabedoria  pode ser uma espada de dois gumes pois dá também muito sofrimento. De posse da sabedoria, deveis aprender a reparti-la com outros, à medida que possam assimilar. Dando demais, os confundireis com o vosso modo de apresentar a Verdade. Delicada e cuidadosamente devereis tentar fazer-lhes  compreender que muito daquilo que consideram ser fatos reais, não passa de fragmentos simbólicos das fés esquecidas, pois sem uma forma simbólica, a compreensão da Verdade seria difícil para eles. Caberá a vós mostrar-lhes, não como vós encontrastes Deus, mas sim como eles, no começo, se afastaram Dele. Aprendendo a retroceder seus passos, aprenderão o caminho de volta.

RA-MU-HA me pede para vos transmitir estas palavras e para que as guardeis em vossos corações: " Ao encontrardes alguém que sofre por ter perdido um, ser querido, dizei-lhe que a guardiã chamada "morte" o levou para um curto sono reparador e que, ao amanhecer, acordará no mundo celestial, acompanhado dos que estavam junto dele desde o começo".

Diz Ele que Seu amor vos envolve e que, à medida que aprenderdes a amá-Lo e procurá-Lo, cada átomo de vossos corpos ficará impregnado de força divina e não sereis mais sujeitos às doenças nem à tristeza, pois aquele que permanece na luz, é purificado por Ela. Esta é Sua mensagem para vós.

"Fragmento do livro OS Mestres"

segunda-feira, 7 de abril de 2014

I-EM-HOTEP

Ensinamentos de I-EM-HOTEP

Apresentação - Os Preceitos da Alvorada da Verdade - O Discipulado e a Lei - Oração
I-Em-Hotep, cujo nome significa "Aquele que vem em paz", viveu no Egito, uns três mil anos antes de Cristo. Ele ocupou, durante o reino de Zoser, o mais alto cargo do país, cargo que posteriormente recebeu o nome de "Vizir". Arquiteto do rei, astrônomo e astrólogo, autor de sábios escritos e provérbios, poeta de renome, I-Em-Hotep era, também, o sumo sacerdote do Egito e o Hierofante do sistema de ensinamento religioso e esotérico do seu tempo. Foi ele quem desenhou o plano da primeira pirâmide egípcia - a pirâmide escalada de Sak-Ka-Ra. Foi ele o primeiro na história do mundo quem introduziu o uso da pedra talhada na construção, o que deu início à construção sólida. Sua sabedoria e conhecimentos impressionaram tanto os seus contemporâneos que, por muito tempo, tornaram-se tradição nacional. Seus provérbios eram repetidos e cantados em todo o país.
Foi, no entanto, como médico e fundador de templos de cura que I-Em-Hotep deixou traços mais profundos na areia do tempo. Suas curas tornaram-se proverbiais, granjeando-lhe gratidão e profunda reverência do povo. Esses sentimentos permaneceram após sua morte e fizeram com que o Egito o elevasse ao nível de semidivino.
O renome de I-Em-Hotep ganhou a Grécia. Chamado pelos gregos Imouthes, foi, posteriormente, identificado como Asclépios, deus grego da medicina. Vários textos mencionam Asclépios como "Filho de Ptah", título dado, no Egito, a I-Em-Hotep. Essa identificação, com o tempo, tornou-se total: o nome de I-Em-Hotep imergiu completamente no de Asclépios.
Durante os séculos que seguiram à morte de I-Em-Hotep, numerosos templos dedicados a ele, com suas escolas médicas, surgiram no Egito, atraindo muitos sofredores. O povo atribuía as curas milagrosas que aí aconteciam à intervenção de I-Em-Hotep, e foi isso, provavelmente, o que conduziu à sua completa deificação como deus da medicina, com todos os atributos divinos. Na história do Egito, tal glorificação de um ser humano, que nunca foi rei, é um caso excepcional.
A reverência do povo para I-Em-Hotep continuou a persistir quando o país decaiu e tornou-se vassalo da Grécia e, depois, de Roma. Ela prosseguia enquanto as outras divindades iam desaparecendo e permanecendo por mais de três mil anos, até, pelo menos, o quarto século da nossa era. Os "graffiti", deixados em prova de gratidão, por ricos gregos e romanos que iam procurar a cura nos templos de I-Em-Hotep, o atestam.
O ímpeto inicial, dado por I-Em-Hotep à ciência médica no Egito, era tão poderoso, que seus templos de cura, com suas escolas médicas adjacentes, tornaram-se famosos durante milênios.
Homero, em sua "Odisseia" (IV 227), menciona que os médicos do Egito são mais adiantados do que em qualquer outra parte do mundo. Herodotus nos diz (Her. II 84 e M. I. 128) que os médicos egípcios eram chamados para atender reis e outras pessoas importantes em países longínquos.
A arte médica no Egito era considerada sacra e ligada ao sacerdócio. O sistema da medicina sacra propagou-se na Grécia, onde os "Asclepiades" - membros, ao mesmo tempo, de escolas médicas e de fraternidades religiosas - guardaram, por muito tempo, o monopólio da arte médica. Hipócrates, cujo juramento está ainda em uso na profissão médica, era um "Asclepiade" da fraternidade de Coso. Só depois do século quinto antes de Cristo, a medicina passou a ser profana e aberta a todos. Todavia, por muito tempo ainda, continuaram a existir na Grécia os santuários - Asclepíeda - com seus sacerdotes-médicos, dirigindo verdadeiras clínicas. O culto de Asclépios passou a Roma no século terceiro antes de Cristo, depois de uma epidemia de peste.
Embora hoje em dia o nome de I-Em-Hotep seja quase completamente desconhecido, temos que admitir que muitos séculos antes de reconhecimento, pelos gregos, de Asclépios - cujo culto não parece ser muito mais antigo do que o tempo de Homero (cerca de 850 antes de Cristo) - milênios antes de Hipócrates (460 antes de Cristo) - viveu no Egito um ser humano, um médico tão célebre por suas curas que foi divinizado pela posteridade. A razão deste nosso esquecimento está, sem dúvida, no fato de que, até bem pouco, nada sabíamos sobre o Egito antigo. Sua civilização começou a nos ser revelada apenas desde Champolion.
O tempo e o vandalismo humano destruíram os templos onde os doentes iam buscar a saúde. Entretanto, conforta-nos o fato de que os milênios conservaram-nos algumas provas materiais e visíveis do imortal médico egípcio.
A contemplação de sua obra, tão variada em suas manifestações, tão notável no que realizou, tão duradoura em seus efeitos e tão excepcional em sua glorificação e apoteose final, provoca um tributo de profunda admiração.("Ensinamentos de I-Em-Hotep")

PORQUE TANTAS PESSOAS ACREDITAM NO QUE AS RELIGIÕES FALAM?

E NÃO QUESTIONAM ASSUNTOS COMO ESSES?
E PORQUE OS RELIGIOSOS QUE ENRIQUECEM CADA VEZ MAIS AS CUSTAS DOS FIÉIS NÃO DEBATEM NOS CULTOS SOBRE O ASSUNTO?

Por uma razão muito simples. Conforme mencionei no texto de abertura (acima) a idade do início do desenvolvimento consciente desta humanidade é muito recente, portanto, ainda existe uma grande quantidade de pessoas que não conhece a história, e, para piorar, muitas que tem esta possibilidade têm grande dificuldade em aceitá-la, pois é muito difícil deixar a "zona de conforto" em que vivem, mesmo quando esta não lhes satisfaz plenamente. Aprender dá trabalho e exige mudanças, tanto de compreensão quanto de comportamento.
A História registrada mais antiga que já foi descoberta até agora, foi encontrada na Suméria (atual Iraque), e são umas tabuletas de argila, cerca de 25.000 peças que se encontram expostas em museus da Europa, e contam como a humanidade atual teve início.
Estes documentos históricos podem explicar todas as estórias, sim estórias sem "h", que as religiões contam, porém, mostrando a verdade (até difícil de ser aceita - devido aos condiconamentos), do que realmente aconteceu.
Atualmente, existem provas científicas que mostram a presença de vida inteligente na Terra há mais de 300 milhões de anos.
A foto ao lado mostra uma sola de sapato igual as atuais, porém, foi encontrada numa rocha fossilizada do período triássico (213 a 248 milhões de anos).





Já a imagem abaixo, mostra um dedo fossilizado com idade aproximada de 110 milhões de anos.




 
Já esta esfera de metal com três sulcos paralelos em baixo relevo, foi encontrada na África do Sul num depósito mineral pré-cambriano (cerca de 2,8 bilhões de anos).
Mas, como um ser humano que só começou a pensar sobre si mesmo a 250.000 anos atrás seria capaz de fabricar uma peça de fundição como esta?
As respostas estão espalhadas por todo o nosso Planeta. As pirâmides do Egito, da China, do México. As cidades dos Incas, dos Astecas, dos Maias. Os desenhos de Nazca. A arte rupestre nas cavernas da França.
Não faltam sinais e provas da presença de vida inteligente na Terra, muito tempo antes que começassemos a existir. Então, porque não abrir a mente a estas novas oportunidades para conhecermos a nossa real história (com "h")?

Seitas de A a Z




A seguinte lista é uma síntese das principais seitas que funcionam na América Latina. É importante que os pais com os filhos adolescentes conheçam a origem e as características de alguns grupos totalitários. Não são os únicos. Lembremos que na região funcionam grupos sectários sumamente destrutivos e outros simplesmente que margeiam o mundo do sectário, o que chamamos grupos de risco.


Ananda Marga
Ananda Marga (Caminho da Felicidade Perfeita) é um grupo de origem hindu fundado em 1955 por Prabhat Ranjan Sarkar, conhecido por seus seguidores como Baba (deus). A doutrina está baseada no tantrismo e o yoga. Seu doutrinamento se realiza em sessões de meditação e lições de filosofia hindu.

O grupo se apresenta no Ocidente como espiritual e pacifico, mas sua história na Índia é controversa. Na década de sessenta organiza motins e atentados políticos e em 1970 o governo decide proibi-los e deter a Baba, responsabilizado por vários assassinatos. Em junho de 1975, Indira Gandhi decreta a total expulsão da organização.

Ananda Marga e mas de mil e quinhentos membros são encarcerados. Um ano depois um grupo de seguidores como protesto porque seu líder está preso se suicidam ao bonzo em praças públicas.


Bhagwan Rajneesh (Osho)
Rajneesh Chandra Mohan nasceu na Índia em 1931. Fundou seu primeiro ashram em 1969 teve seu momento de auge até o fim da década de setenta e princípios dos oitenta quando instalou a sede principal nos Estados Unidos. Sua doutrina se baseia no yoga tântrico e foi conhecido como o 'guru do sexo'.

Os adeptos são captados através de cursos terapêuticos ou de meditação e hoje tiveram um ressurgimento através de terapias vinculadas à Nova Era. Nas terapias de grupo são utilizadas técnicas de hipervintilação, música e gritos que levam à ruptura emocional do adepto.

Em 1983, o governo dos Estados Unidos começou a investigar as denúncias de padres e ex-adeptos, detendo-o e expulsando do país. Os fiscais norte-americanos encontraram no ashram, que tinha estabelecido no estado de Oregon, que o guru, apóstolo da paz e do amor, possuía seu próprio exército particular.
Rajneesh faleceu na Índia em 1990.

Igreja da Cienciologia


A Igreja da Cienciologia, também conhecida como Dianética, está considerada pelos investigadores como um dos grupos mais destrutivos do mundo sectário. Seu fundador foi o norte-americano Ronald Hubbard um ex-oficial da marinha e escritor de ficção científica.

Dianética se apresenta como "uma ciência exata do pensamento que funciona sempre, invariavelmente, e não às vezes como as curas pela fé ou as terapias tradicionais. Dianética é a única Rota de Saúde para a humanidade".

Os adeptos são captados quando lhes é oferecido cursos e testes gratuitos. Nas sessões, chamadas 'audições' são ajudados a superar suas falhas espirituais que os levaram ao sofrimento. A maioria dos adeptos termina dependendo psicologicamente do grupo e entregando seu dinheiro.

Este grupo foi denunciado por vários governos europeus e nos Estados Unidos o FBI desmascarou suas atividades.

Escolas do quarto caminho
As escolas do Quarto Caminho, ou agrupamentos de denominação similar, se baseiam nos ensinamentos de um mestre esotérico de origem russa chamado George Gurdjieff e seu discípulo Ouspensky.

Gurdjieff expressa a idéia de que os seres humanos, com raras exceções, vivem em um estado análogo ao do sonho.

Para superar este estado sonolento deve-se despertar acordando-se de si mesmo. Para isso utiliza diversos exercícios (superesforço, training psicológico, movimentos rítmicos, danças rituais, tarefas que o mestre ordena).

Por sua parte Ouspensky expressava que a única saída que o homem tinha era através das Escolas e os ensinamentos do mestre e nessa evolução o discípulo podia se elevar e tomar consciência até chagar a N7 , a escala mais alta para um homem.

Grupos espiritas
A origem deste movimento remonta-se ao lar das irmãs Fox, que em 1848 expressaram que se comunicavam com os espíritos dos mortos. Mas a grande figura que dará transcendência a esta corrente foi Allan Kardec, que publicou importantes livros como O livro dos Espíritos e o Evangelho segundo o Espiritismo.

A doutrina expressa que a pessoa consta de três elementos: o corpo material, a alma ou se imaterial e um cordão que une aos dois e que pode ser visto nas sessões espiritas através dos médiuns.

Grupos gnósticos
Os gnósticos perseguem a libertação da consciência, como o instrumento que nos permite investigar a realidade dos mundos superiores.

Este movimento nasceu no século II de nossa era e produziu o primeiro confronto importante dentro da doutrina cristã. Os gnósticos afirmam que Jesus Cristo ensinou duas doutrinas: uma para o mundo comum e outra para os discípulos. Foram expulsos da Igreja, logo após um encarniçado debate.

O gnosticismo contemporâneo nasce na Colômbia quando Samuel Aun Weor, funda o Movimento Cristão Gnóstico Universal em 1950. Este líder expressava em um de seus livros que: "A Igreja gnóstica é a Igreja invisível de Jesus Cristo. Para ver esta Igreja há que se viajar em corpo astral e somente nosso movimento pode ensinar esse segredo".

O estudo dentro do gnosticismo dura aproximadamente quatro anos e neles é ensinado filosofia, arte, religião e ciência, tudo deste uma óptica esotérica.

Hare Krishna
O hindu Abhay Charan De, mais conhecido como Bhaktivedanta Swami Prabhupada fundou a Sociedade Internacional para a Consciência de Krishna em 1965. A Doutrina está baseada na filosofia advaita e os preceitos do guru. Sua norma central baseia-se em cantar um mantra: hare krishna, hare krishna, krishna, krishna, hare, hare, hare rama, hare rama, rama, rama, hare, hare, um mínimo de 1728 vezes por dia, e praticar os quatro princípios regulativos (não comer carne, peixe ou ovos; não praticar sexo ilícito; não tomar intoxicantes; e não praticar jogos de azar nem especulação mental, isso é, não raciocinar).

Os adeptos vivem em estruturas fechadas e devem obedecer cegamente ao guru. Após a morte de Prabhupada em 1978 a seita começou a declinar e se caracterizou por rupturas e escândalos produzidos por seus novos líderes. Tanto nos Estados Unidos como na Europa foram denunciados por suas técnicas de reforma de pensamentos e por tráfico de jóias e drogas.

Maçonaria
Sugere que Deus, o Grande Arquiteto, fundou a Franco-maçonaria, e que esta teve por patrões a Adão, os Patriarcas, os reis e filósofos de outrora. Inclusive Jesus Cristo é incluído na lista como Grande Mestre da Igreja Cristã.

Os maçons estão obrigados unicamente à observância da "lei moral" resumida praticamente nos princípios de "honra e honestidade" nos que " todos os homens estão de acordo". Esta "religião universal da Humanidade" que gradualmente elimina as acidentais divisões da humanidade devida a opiniões particulares "ou religiosas" , e aos "preconceitos" nacionais e sociais, deve ser o vínculo de união entre os homens na sociedade Maçônica, concebida como o modelo de associação humana em geral.

Meditação transcendental
O guru Maharishi fundou o grupo em 1958 e segundo seus próprios escritos não é uma religião mas que é uma técnica que serve para melhorar o estilo de vida através de recitar um mantra durante 20 minutos na manhã e posteriormente na tarde.

O momento de maior auge da MT deu-se em meados dos anos sessenta quando o popular grupo britânico "The Beatles" foram fotografados com o guru. Em pouco tempo, eles foram desiludidos de suas charlatanices e mentiras.

Missão da luz divina
O guru Maharaj Ji começou sua fama desde muito pequeno. Aos 13 anos e com apoio de sua família viajou ao Ocidente. Sua doutrina ensina a reencarnação e a prática de três exercícios para aproximar-se ao conhecimento do divino: a visão da luz divina, a escuta da música celestial, e a degustação do néctar divino.

O grupo que teve seu auge nos anos setenta começa a declinar em meados dos oitenta quando seu líder se casa com uma loura aeromoça e frente a oposição de sua mãe, este a expulsa do grupo. É famoso por viver na opulência e a grande quantidade e Rolls Royce que possui.

Igreja Universal do Reino de Deus
A Igreja Universal do Reino de Deus foi fundada por Edir Macedo no Brasil em 1977.
Antes de autoproclamar-se "bispo" Macedo trabalhou como caixeiro da loteria do estado do Rio de Janeiro. A igreja universal é similar a outros evangélicos pentecostais. Por exemplo acreditam na deidade de Jesus Cristo, a Trindade, a ressurreição corporal de Jesus Cristo e a salvação pela graça através da fé.

A doutrina central do "bispo" Macedo é a luta contra os demônios e a teologia da prosperidade. A Igreja Universal pratica a libertação de demônios nos fiéis. Em todos os seus templos se ora pela libertação de espíritos.

Mormons
A Igreja de Jesus Cristo dos Santos do Últimos Dias, mais conhecidos como mormons, foi criada em 1823 por Joseph Smith nos Estados Unidos. Segundo Smith, um dia lhe apareceu um anjo chamado Moroni que lhe revelou a verdadeira história de Deus. O livro do Mormon resume sua principal doutrina, a qual é bastante confusa.
Desde um princípio os mormons tiveram problemas com a sociedade por aceita a poligamia e considerar a raça negra como inferior.

Para evitar as perseguições trasladaram-se a um deserto na zona oeste dos Estados Unidos, o que hoje se conhece como o estado de Utah.

Durante os anos setenta foram acusados de trabalhar para a CIA em todo o mundo e de ter participado na derrocada de Salvador Allende no Chile e do general Torrijas no Panamá.

Meninos de Deus
Os Meninos de Deus nascem em 1969 nos Estado Unidos. Seu fundador foi um pastor evangélico chamado David Berg. A doutrina do grupo baseia-se na Bíblia e a particular interpretação de seu líder, também conhecido como Moisés David ou Padre Mo. Odeiam o sistema, são apocalípticos e dão grande importância ao sexo, como presente de Deus.

Em 1972 começaram a ter problemas com a justiça norte-americana e posteriormente tiveram que passar à clandestinidade na maioria dos países ocidentais pelas denúncias de corrupção de menores e de prostituição.

Nova Era
As idéias e os objetivos da Nova Era recolhem elementos das religiões orientais, o espiritismo, as terapias alternativas, a psicologia trans-pessoal, a ecologia profunda, a astrologia, o gnosticismo e outras correntes. Os mistura e os comercializa de mil formas, proclamando o início de uma nova época para a humanidade.

Mas, no fundo, não parece ser mais que outra tentativa inútil do homem de se salvar fazendo promessas que não pode cumprir e atribuindo-se poderes que não possui.

Sai Baba
Sai Baba nasceu em Puttaparthi, um pequeno povoado da Índia, em 1920.
A história oficial relata que aos 13 anos anunciou que "não era humano, era a reencarnação de um santo maometano, chamado Sai Baba de Shirdi".

O crescimento deste grupo deve-se em parte à linguagem light, não agressiva como outros grupos hindus. Sai Baba diz: "Todas as religiões são minhas. Vocês não têm necessidade de mudar de uma religião à outra, sigam adiante com seus próprios modos e suas práticas de adoração e quando assim o fizerem se aproximarão mais e mais a mim. A religião de Sai Baba é a essência de toda fé e toda religião, incluindo aquelas como o islamismo , o cristianismo e o judaísmo".

Seitas satânicas
São poucos autores que dão uma definição de seita satânica, principalmente porque tais grupos apresentam uma diversidade de estilos.
Quiçá a definição mais exata seja que a seita satânica é um grupo minoritário de pessoas reunidas premeditadamente com o objetivos de adorar o demônio, como um ser com poderes sobrenaturais capazes de intervir no mundo.
Seus integrantes costumam ser principalmente pessoas com transtornos psicológicos e uma profunda rejeição à todas as instituições sociais estabelecidas: família, igreja, estado, etc.

Seitas ufonistas
Nos últimos anos um fato novo ronda o mundo sectário. A aparição de dezenas de grupos, alguns muito pequenos e outros claramente organizados, que a partir do fenômeno ufológico se estruturaram como seitas. Estes grupos em maior ou menor medida, afirmam que Jesus é um extraterrestre que vive confortavelmente em uma nave espacial, orbitando pela terra.

Entre outros grupos de maior atividade encontramos a Fundação Cosmobiofísica de Investigadores (FICI) de Pedro Romaniuk; o grupo alfa de Francisco Checchi, a Fundação para o Encontro Cósmico (FUPEC) que é presidida por Dante Franch; o comando Ashtar, fraternidade Cósmica que seguem ao italiano Eugênio Siragusa e Missão Rama do peruano Sixto Paz Wells.
Siloismo
Seu fundador é o argentino Mário Rodrigues Cobo, mais conhecido como Silo. O grupo começa a funcionar nos anos sessenta e através de sua história foi mudando de nome: Poder Jovem, A Comunidade, Partido Humanista, Partido Verde e desde 1988 como O Movimento.

A base teórica do siloismo consiste em praticar várias técnicas de autolibertação que levam a 'reconciliar o passado, presente e futuro' de cada pessoa. O adepto deverá realizar 'experiências guiadas' com um instrutor que consiste em exercícios de meditação que lhe permite reconciliar-se com o passado. Outra das experiências de meditação é encontrar-se com o 'guia interno' que deve ser construído e encontrado pelo próprio adepto.

O 'guia' deve ter três requisitos: "sabedoria, bondade e força"; não é um ser 'físico' e sua presença 'só é sentida' e para ser invocado deve ser chamado com uma 'grande força emotiva'.

O siloismo expandiu-se por vários países latino americanos e europeus.

Testemunhas de Jeová
Charles Russell funda o grupo em 1872, ao romper com a Igreja Adventista. No princípio chamavam-se A Torre de Vigia e posteriormente Aurora do Milênio, adotando em 1931 o nome de Testemunhas de Jeová.

A doutrina dos Testemunhas é apocalíptica; anunciaram o fim d mundo em 1914, 1925, 1976 e 1984. Não acreditam na divindade de Jesus e rejeitam a imortalidade da alma. Desde seu nascimento tiveram problemas em diversos países por negarem-se a aceitar deveres cívicos e sociais, assim como em não aceitarem as transfusões de sangue.

Mantêm-se isolados da sociedade e para isso possuem uma extensa lista de proibições para os adeptos.